setembro 13, 2018 Juliana Pritsch

eu sou [‘estou’] bonita?

provavelmente você já se fez essa pergunta ou ouviu/leu comentários acerca disso, ou sobre a beleza [ou não] de alguém, não é verdade?

pois saiba que pode ser muito mais prejudicial do que gentil questionar a sua ou a beleza de alguém.

pesquisas tem revelado que grande parte das mulheres e uma parcela dos homens [e eu acrescentaria aqui também crianças, principalmente meninas], vem sofrendo de distúrbios alimentares, #depressao e, acreditem, suicidando-se por conta de uma imagem corporal negativa.

recentemente, #brunamarquezine desabafou online sobre os problemas de saúde que enfrentou devido a julgamentos em suas redes sociais sobre a sua forma física, levando-a ao uso abusivo de medicamentos:

eu já sofri e muito com distúrbio de imagem. porque na época as pessoas não comentavam que eu estava magra demais, mas que estava um pouco gordinha, bochechuda, quadril largo e por aí vai. e eu acreditei. eu acreditei na opinião alheia. e comecei a detestar meu corpo. achava que tinha que emagrecer de qualquer jeito. tomava laxante todos os dias. junto com tudo isso, tive depressão, não só por isso, mas principalmente por esses motivos, muitas questões de autoestima por não me aceitar, não me achar bonita suficiente. consequentemente não me achava boa para nada.

teve coragem de levantar um assunto grave, que há muito vem correndo nas veias de um mecanismo social tomado pela ganância econômica, e que precisa ser entendido e enfrentado de forma séria e efetiva.

vivemos na era da ‘beleza doentia’, da beleza ‘ideal’ que não existe e impulsiona o #consumo excessivo de cosméticos, roupas, procedimentos estéticos, medicamentos e terapias. da #beleza sem fim… que cada vez mais exige, oferecendo confortos momentâneos e frustrações eternas.

somos vítimas de um mercado opressivo e de opiniões alheias – de quem tem pouco ou nada a ver com a nossa vida -, que nada acrescentam e estão adoecendo e criando complexos em milhares de pessoas a ponto de comprometer as suas vidas e de suas famílias.

precisamos dar voz e ouvidos a exteriorizações como a de a bruna, e entender que beleza não se constrói a qualquer preço. que cada um de nós tem a sua e que, sim, ela pode ser complementada baseada em autoconhecimento e aceitação, acrescentando aquilo que lhe faz bem e por vontade própria, livre de qualquer imposição.

esse é o propósito da consultoria de imagem!!! contribuir para exaltar a beleza de cada um levando em conta os princípios, desejos e qualidades próprias, de modo a construir um guarda-roupa que reflita toda a sua essência e lhe dê segurança e atitude, no corpo que cada um tem, para viver sem deixar abalar-se com questionamentos acerca de sua aparência.

 

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